Na Islândia, 80% da energia elétrica vêm de fontes renováveis e sustentáveis, o que seria suficiente para obter reconhecimento global, no entanto, a Landsnet, empresa responsável pela gestão do sistema elétrico, achou pouco e em 2008, em parceria com a Associação de Arquitetos Islandeses, lançou o desafio de repaginar as torres de sustentação dos fios, e abriu um concurso no qual os participantes deveriam propor uma alternativa econômica, sustentável e estética, cuja interferência na paisagem fosse mínima.
A crise econômica, fez com que o projeto não saísse do papel, no entanto o estalo criativo da dupla Jin Choi e Thomas Shine, da Choi+Shine Architects chamou a atenção do mundo. Torres de sustentação seriam esculturas antropomórficas de 30 metros de altura, fabricadas com materiais 100% recicláveis, criando estruturas modulares de baixo custo e adaptáveis as diferencias topográficas, típicas da região. Batizado de “Terra de Gigantes”, o projeto recebeu menção honrosa no concurso da Landsnet e foi laureado pela Boston Society of Architects Unbuilt Architecture Award na edição 2010.
A crise econômica, fez com que o projeto não saísse do papel, no entanto o estalo criativo da dupla Jin Choi e Thomas Shine, da Choi+Shine Architects chamou a atenção do mundo. Torres de sustentação seriam esculturas antropomórficas de 30 metros de altura, fabricadas com materiais 100% recicláveis, criando estruturas modulares de baixo custo e adaptáveis as diferencias topográficas, típicas da região. Batizado de “Terra de Gigantes”, o projeto recebeu menção honrosa no concurso da Landsnet e foi laureado pela Boston Society of Architects Unbuilt Architecture Award na edição 2010.

